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Informações sobre critérios para autorização de atividades essenciais durante a greve

Assembleia realizada no campus de Jequié no dia 4 de abril de 2019

Conforme deliberação da Assembleia da Adusb, realizada no dia 4 de abril de 2019, no campus de Jequié, a greve foi deflagrada e as atividades docentes na Uesb serão suspensas a partir do dia 9 de abril (terça-feira). O Comando de Greve, responsável por coordenar as atividades durante o movimento paredista, será instalado também na terça-feira (9). Até lá, a assembleia decidiu que os critérios para liberação das atividades essenciais serão os mesmos adotados na greve de 2015 e a diretoria da Adusb irá avaliar os pedidos de “autorizo” enquanto a Comissão de Ética do Comando de Greve não inicia seus trabalhos.

Os critérios

  1. Atividades administrativas de diretores(as) de Departamento e coordenadores(as) de Colegiado, desde que não sejam reuniões plenárias;
  2. Atividades eventuais, de curta duração, pré-agendadas;
  3. Atividades de manutenção de sobrevivência dos seres vivos e pesquisas cuja interrupção acarrete prejuízos irreversíveis;
  4. Atividades de Estágio Supervisionado em andamento;
  5. Disciplinas obrigatórias na pós-graduação stricto sensu, desde que seja devidamente justificada a urgência da sua manutenção.

A diretoria da Adusb ressalta que o “autorizo” para o funcionamento das atividades é concedido ao professor solicitante e não poderá ser utilizado por qualquer setor da Universidade para pressionar outros docentes a realizar a atividade autorizada.

Nesta perspectiva, toda e qualquer atividade docente estará suspensa a partir da zero hora do dia 9 de abril até que o pleito de manutenção seja avaliado. Em caso de recurso, este deve ser encaminhado para a Secretaria da Adusb, e o(a) solicitante deverá aguardar a deliberação da categoria na próxima Assembleia.

Estamos em greve! Não podemos esquecer que o governo Rui Costa (PT) não cumpre os direitos trabalhistas, ataca o Estatuto do Magistério Superior, não faz a recomposição das perdas inflacionárias e não garante o orçamento necessário para as Universidades Estaduais da Bahia. A força para enfrentar a ofensiva do governo reside em nossa capacidade de paralisar as atividades e demonstrar que o nosso trabalho é imprescindível ao povo baiano.

Vamos fortalecer o movimento e parar as atividades docentes!

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